Presunção, que tolice!
                                     Dionilce

as pessoas para sabermos o que as leva a se considerarem tão imponentes. Será que valeria a pena perdermos nosso tempo nisso? Ou esses momentos deveriam ser bem utilizados para levantarmos uma pessoa com um sorriso, distribuindo alegria, levantando quem está caído, plantando a perseverança e o otimismo para atravessarmos este estágio com o coração ardente de desejo de melhorar a si mesmo, de distribuir fé, amor, confiança para todos os seres que nos rodeiam? Vamos nos embebedar deste sentimento tão lindo, o amor, vamos nos misturar na multidão, lançando sementes de esperança para todos os viventes.

A perda
                       
Dionilce

Entre erros e tentativas de acertos, deparamos, frente a frente, com o fantasma da perda. Como lidar com este fato que nos consome e enterra? Saber perder, enfrentar uma crise ou situação, tentar superar um acontecimento e se levantar nas caídas do destino mostrará que você não é um ser sozinho, está aqui para lutar. Vencer ou não poderá ser uma escolha sua. Não se deixar influenciar pelos derrotistas, pelos que têm medo de entrar em campo e acreditar no milagre. Com paciência e perseverança, você aprenderá a lavrar o árido e belo solo de sua existência e determinará a tranquilidade e a alegria em sua vida. Acima de tudo, não deixe calar o amor que está vivo dentro de você. Confie em Deus, que tudo dará certo!

Simplicidade é a felicidade
                       Dionilce

Em matéria de caráter, modos e estilo a simplicidade é o melhor por excelência.
O homem, em busca de um progresso irreal, complicou o mundo de tal maneira que perdeu o sentido da simplicidade e, agora, está difícil regressar à natureza pacífica de outrora. Até que ponto a tecnologia foi válida para uma sobrevivência feliz?
O ar não é mais o mesmo, as frutas estão contaminadas, as matas incendiadas, praias sujas, água poluída, cascatas sem frescor, uma insensibilidade humana atropelando os espaços em busca de um objetivo que nem sempre gera o bem-estar pretendido.
Além disso, a violência, gerada por toda esta miséria e pela desigualdade, leva a vermos homens presos nas casas, bandidos soltos na rua, balas perdidas, seqüestros, tornando a vida mais complicada.
Diógenes, filósofo grego, que viveu há mais de 2000 anos, já pregava a maneira simples de viver. Achava que todo mundo deveria levar uma vida singela. Abandonou quase tudo que possuía e foi morar, por algum tempo, num grande tonel, para mostrar que era possível viver sem as comodidades habituais. Carregava um manto, uma bolsa e um copo. Quando viu um menino camponês beber água no côncavo da mão, jogou fora o copo, por achar o mesmo supérfluo.
Certa vez, Diógenes encontrou Alexandre, “O Grande”. Este lhe disse que atenderia qualquer favor que ele pedisse. Diógenes respondeu: - não me tire o que não me pode dar, não fique entre mim e o sol. Alexandre gostou muito desta resposta e disse: - se eu não fosse Alexandre, gostaria de ser Diógenes.
Dizia ainda que a sabedoria e a simplicidade eram pressupostos da moralidade.
Logicamente, que não vamos chegar aos extremos de Diógenes, nos dias atuais, mas não sejamos vítimas ingênuas de um crescimento que destrói os valores essenciais da vida.
Descomplicar é preciso! Colaborar com a natureza e com a saúde, evitando os males que vão levar a destruição do planeta.
Ó homem! Por que complicou o mundo, destruindo a beleza maior, mergulhando neste mar tão imundo e colhendo o que tem de pior.


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